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Esvaziada

Comentário de quem acompanha há anos o STF: a sessão de abertura do Ano Judiciário foi a mais esvaziada dos últimos anos. Nem a presidente Dilma Rousseff, nem o vice-presidente Michel Temer. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo representou o governo. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), não apareceu. Assim, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), sentou-se ao lado do presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski. Na plateia, poucos ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ), um ou outro integrante do Conselho Nacional de Justiça. Para engrossar o caldo, servidores do STF foram ao plenário para assistir à sessão. Para marcar o esvaziar da sessão, o hino nacional não pôde ser executado. A técnica parece ter se esquecido de reservar a trilha para tocar na hora. Na falta, os ministros tiveram de cantar o hino a capela. Apesar de todos os sinais de que o café está frio no STF, o mandato de Lewandowski como presidente só termina em 2016.

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A cerimônia de abertura do Ano Judiciário aconteceu na sede do STF, na Praça dos Três Poderes, mas apenas o chefe de um deles estava presente. A presidente da República, Dilma Rousseff, e o presidente do Congresso, Renan Calheiros, enviaram representantes: o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o senador Jorge Viana (PT-AC), respectivamente. Desde 2011 Dilma não comparece à cerimônia.

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